Imagens incríveis mostram como eram na verdade alguns monumentos do mundo no passado

As ruínas antigas dão-nos um fascinante vislumbre do passado: como as pessoas viviam, os espaços que habitavam e suas vidas diárias. Historiadores, arquitetos e viajantes ficam maravilhados com esses remanescentes do passado, porém, muitas vezes é difícil ter uma ideia de como seriam esses edifícios espetaculares no passado, no seu auge. Decidimos então voltar atrás no tempo e compartilhar algumas das nossas ruínas antigas favoritas nos seus locais originais.

1. O Partenon

Nos tempos antigos, o templo abrigava uma monumental estátua dourada de Atena, a deusa grega da sabedoria, do artesanato e da guerra. Localizado no topo da colina na Acrópole, uma antiga cidadela em Atenas, o Partenon apresenta uma forma imponente. Em 1687, foi severamente danificado na Grande Guerra Turca, mas grande parte da arquitetura resistiu à explosão, e boa parte dela ainda está intacta até hoje. Hoje em dia é um ponto turístico que atrai milhões de visitantes todos os anos. Aqui está, totalmente restaurado à sua glória original. A própria Atena ficaria orgulhosa.

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2. Pirâmide de Nohoch Mul (Cobá)

Cobá é uma ruína maia no estado mexicano de Quintana Roo. Acredita-se que o local tenha sido estabelecido entre 100 aC e 100 dC e abandonado por volta de 1550, com a chegada dos conquistadores espanhóis. Com 42 metros de altura, Nohoch Mul é a pirâmide maia mais alta da Península de Yucatán e a segunda pirâmide maia mais alta do mundo. Foi descoberta em 1800, mas o lugar arqueológico não foi aberto ao público até 1973, já que a selva espessa que a rodeava dificultava a sua visita.

 

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3. Templo de Júpiter

Construído em homenagem a Júpiter, o Deus do céu e do trovão, este templo foi o principal centro da vida religiosa na antiga cidade de Pompeia, uma pequena cidade romana na baía de Nápoles. Porém, o templo tinha o ameaçador Monte Vesúvio por trás dele. O vulcão entrou em erupção em Agosto de 79 dC, tragicamente destruindo Pompeia. O local foi redescoberto no século XVI, e muitos anos de escavação deram aos milhões de visitantes anuais uma visão fascinante da vida diária desta cidade romana do século I.

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4. Parte da Muralha de Adriano

Estendendo-se por 117km em algumas das paisagens mais incríveis de Inglaterra, a Muralha de Adriano remonta ao século I dC. Os historiadores ainda debatem as razões da construção da muralha. A teoria mais popular é que, ao tornar-se imperador romano em 117 dC, Adriano construiu a muralha para tornar o seu império mais seguro. Para aumentar a segurança, fortes foram colocados ao longo da muralha em intervalos de aproximadamente uma milha romana (aproximadamente 1,4km).

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5. Templo de Luxor

Desde a sua criação, o templo de Luxor, que recebe o nome do termo árabe, al-Uksur (“fortificação”), tem sido um local sagrado. Encomendado por Amenhotep III em 1380 aC, o templo foi renovado por Ramsés II cerca de cem anos depois, para incorporar um grande portal de pilone e um pátio aberto. Foi uma vez unido ao vizinho Templo de Karnak por uma avenida de esfinges, que guardavam os portões do templo. Com obeliscos épicos e arquitraves, o Templo de Luxor representa algumas das arquiteturas de pedra mais monumentais do Egito antigo. É um testemunho da longa história do país.

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6. A Pirâmide do Sol – Teotihuacán

Teotihuacán foi um dos primeiros centros urbanos no centro do México e é hoje um dos mais importantes locais de arqueologia do México. Foi construído entre os séculos I e VII, mas sabemos muito pouco sobre as pessoas que o construíram e lá viveram. Eles construíram as primeiras cidades complexas da região e depois desapareceram misteriosamente. A Pirâmide do Sol é o maior edifício em Teotihuacan e uma das mais antigas pirâmides do centro do México.

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7. Área Sacra di Largo Argentina – Templo B

Esta praça em Roma abriga não uma, mas quatro ruínas do templo romano. Foi descoberta durante o trabalho de construção na década de 1920. O templo B é o mais recente dos quatro templos, e seis de suas colunas e o lance original estão ainda intactos. Os visitantes da área não só encontrarão um sítio arqueológico fascinante, mas também centenas de gatos que vivem entre as ruínas. Voluntários alimentam, limpam e cuidam dos gatos e os visitantes são encorajados a fazerem carinho ou até adotar um deles. Assim é como o templo teria sido, tirando a parte dos gatos, claramente.

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Fonte: expedia

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